domingo, 4 de novembro de 2018

Uma Introdução a Pesquisa Qualitativa em Ensino de Ciências


Uma Introdução à Pesquisa Qualitativa em Ensino de Ciências
https://www.google.com/url?q=http://www.paulorosa.docente.ufms.br/Uma_Introducao_Pesquisa_Qualitativa_Ensino_Ciencias.pdf&source=gmail&ust=1541458561716000&usg=AFQjCNHiegvqO_9GF2rPYkwD_ww2RPt98A

5.4.2 Dinâmica Social: aspectos dialéticos

[...] as relações entre grupos sociais possuem, como maior característica, a dinamicidade, sendo o conjunto das relações sociais possuem, como maior característica, a dinamicidade, sendo o conjunto das relações sociais um constante vir a ser, em uma relação dialética entre a aparência (o que é visto, resultado) e a essência (o que é), mediada pelo processo em determinada sociedade. Este vir a ser constante não pode ser apreendido de fora, a partir de uma posição de isolamento crítico e analítico, mas nasce da vivência da práxis, a partir de uma visão de quem é interno ao grupo e que tem por objetivo a transformação.

Esse método dialético, portanto, não pode ser apreendido pela pesquisa nos moles positivistas [...]

Esse tipo de pesquisa é bastante usado na análise de movimentos sociais. Nela, a fronteira entre o pesquisador e o objeto da pesquisa não existe e o pesquisador, ao mesmo tempo em que reflete sobre o tema, está inserido no contexto estudado por ser parte do universo estudado. (p. 63)

Observação participante
pesquisador inserido; faz parte do grupo enquanto observa;
não interfere no que o grupo faz ou deixa de fazer
não sugere ações
Contribui com o grupo como integrante

"Este último ponto é importante: o pesquisador desempenha dois papéis neste tipo de pesquisa, o de membro do grupo e o de pesquisador. Como parte do grupo ele atua normalmente e como pesquisador ele o observa. Não há intervenção do pesquisador no sentido de provocar reações do grupo, ele apenas observa o grupo em seu habitat, registrando ações, atitudes, cadeias de decisão, etc." (p. 64)

Nomenclatura: Pesquisa Participante = Pesquisa Participativa = Pesquisa Popular, e as vezes Pesquisa Ação

As principais diferenças entre a Pesquisa Participante e a pesquisa tradicional são:
1. A consciência em Pesquisa Participante de que a Estatística e a Matemática não são os únicos caminhos para o conhecimento e a Ciência;
2. Para a Pesquisa Participante a dissociação sujeito - objeto da pesquisa é indevida, pois o pesquisador (sujeito) faz parte da sociedade que investiga. Portanto, o distanciamento e a frieza exigidos pelo positivismo são inatingíveis. Há produção coletiva do conhecimento;
3. A Pesquisa Participante é a forma de ação orientada para projetos de transformação social;
4. Para a Pesquisa Participante, o processo de conhecimento, na medida em que está relacionado com a participação, está também com a concepção de sociedade, como uma estratégia de uma ação possível efetiva, sendo um processo político localizado;
5. O aspecto básico da Pesquisa Participante é de que só a produção de conhecimento, em uma ação concreta de transformação da realidade na qual as pessoas estão inseridas, gera consciência sobre esta mesma realidade.

Ideologia:
[...] Este termo designa certa forma de representar a realidade por meio de um conjunto de ideias. Ou seja, a ideologia tem um caráter de abstração da realidade. Entretanto, diferentemente de outras formas de representar a realidade, a ideologia tem um caráter político: a ideologia como um conjunto de ideias representa a realidade a partir da visão de um grupo social específico, que tenta impor esta forma de representar a realidade aos outros grupos sociais (classes). (p. 65)
Conceito de Classe:
Conjunto de indivíduos agrupados segundo algum critério (usualmente econômico) e que partilham de interesses comuns.
Pesquisadores e pesquisados são sujeitos de um trabalho comum
"Na Pesquisa Participante, o pesquisador participa do grupo nesta condição, colocando suas habilidades técnicas a serviço do grupo e interferindo no processo, apontando e discutindo temas a serem pesquisados e métodos de análise dos dados. A decisão sobre quais as temáticas da pesquisa pertence ao grupo, assim como a decisão sobre a metodologia a ser usada. Neste caso, os resultados da pesquisa executada pertencem e devem, necessariamente, retornar ao grupo. De fato, a análise dos resultados da pesquisa também deve ser feita pelo grupo, subsidiada pela competência técnica do pesquisador."

1ª fase: é a Montagem Institucional e Metodológica da Pesquisa.
[...], o pesquisador discute o projeto de pesquisa com a comunidade (a população e seus representantes). Também é nesta fase que o quadro teórico da pesquisa é definido:
 Quais os objetivos da pesquisa?
 Quais hipóteses e métodos serão utilizados?
Que conceitos serão abordados? A delimitação da região a ser estudada é importante também. A seguir, passa-se ao processo de organização da pesquisa que será desenvolvida:  Quais instituições e grupos participarão da pesquisa?
 Quem cumprirá as diferentes tarefas?
 Como as decisões serão tomadas?
Para finalizar esta parte, é necessário definir quem serão os pesquisadores e como os diferentes grupos de pesquisa serão formados. Por fim, o cronograma e o orçamento das ações devem ser produzidos. (68/69)

2ª fase: Estudo Preliminar da região e da População Envolvida.
[...] o pesquisador procura identificar as características da população que será alvo do estudo, identificando as necessidades e os problemas daquela população. Estes problemas serão classificados segundo categorias definidas pelo grupo de pesquisa (como a classe social, por exemplo). A descentralização da pesquisa ocorre nesta fase. Ações típicas desta fase são: a descoberta do universo dos pesquisados, o levantamento de dados socioeconômicos e um primeiro retorno da pesquisa ao grupo envolvido. (p. 69)

3ª fase: Análise Crítica dos Problemas Considerados Prioritários
 os participantes, distribuídos em grupos de estudo e discussão, buscarão analisar criticamente os problemas, analisando possíveis estratégias de superação.

4ª fase: Programação e Aplicação de um Plano de Ação
[...], as ações planejadas são executadas e a pesquisa propriamente dita acontece. Nesta etapa, as ações que foram delineadas nas etapas anteriores serão executadas e o grupo recebe os resultados.

domingo, 28 de outubro de 2018

Filosofia

1- "Ciência dos objetos do ponto de vista da totalidade; a disciplina que considera seu objeto sempre do ponto de vista universal e totalitário." (MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia: lições preliminares. São Paulo: Mestre Jou, 1967.)

2- "A decisão de não aceitar como óbvias e evidentes as coisas, as ideias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido. [...] Busca do fundamento e do sentido da realidade em suas múltiplas formas indagando o que são, qual sua permanência e qual a necessidade interna que as transforma em outras. Fundamentação teórica e crítica dos conhecimentos e das práticas." (CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2009.  p. 12; 17)

3-  A verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo. (Maurice Merleau-Ponty. 1908-1961).

4- Qual é o seu objetivo em filosofia? - Mostrar à mosca a saída do vidro. (Ludwig Wittgenstein. 1889-1951).

5- A filosofia é a arte de formar, de inventar, de fabricar conceitos... O filósofo é o amigo do conceito, ele é conceito em potência... Criar conceitos sempre novos é o objeto da Filosofia. (Gilles Deleuze. 1925-1996. Félix Guattari. 1930-1993).

6- O que pretendo sob o título de Filosofia, como fim e campo de minhas elaborações, sei-o, naturalmente. E contudo não o sei... Qual o pensador para quem, na sua vida de filósofo, a filosofia deixou de ser um enigma? (Edmund Husserl. 1859-1938).

7- Nunca se protele o filosofar quando se é jovem, nem o canse fazê-lo quando se é velho, pois que ninguém é jamais pouco maduro nem demasiado maduro para conquistar a saúde da alma. E quem diz que a hora de filosofar ainda não chegou ou já passou assemelha-se ao que diz que ainda não chegou ou já passou a hora de ser feliz. (Epicuro. 341 a.C. - 270 a. C.)

8- A admiração sempre foi, antes como agora, a causa para qual os homens começaram a filosofar: a princípio, surpreendiam-se com as dificuldades mais comuns; depois, avançando passo a passo, tentavam explicar fenômenos maiores, como, por exemplo, as fases da lua, o curso do sol e dos astros e, finalmente, a formação do universo. Procurar uma explicação e admirar-se é reconhecer-se ignorante. (Aristóteles. 384 a.C. - 322 a.C).

9- "A filosofia é um corpo de conhecimento, constituído a partir de um esforço que o ser humano vem fazendo de comprender o seu mundo e dar-lhe um sentido, um significado compreensivo.  [...] A filosofia é esse campo de entendimento que, quando nos apropriamos dele, nos sentimos refletindo sobre a cotidianidade dos seres humanos. Desde a cotidianidade mais simples, como é o encontrar-nos com as pessoas, até a cotidianidade mais complexa, que pode ser a reflexão sobre o sentido e o destino da humanidade. [...] a filosofia é um corpo de entendimentos que compreende e direciona a existência humana em suas mais variadas dimensões. [...] a filosofia é expressão de uma forma coerente de interpretar o mundo que possibilita um modo de agir também coerente, consequente, efetivo.[...] A Filosofia é uma forma de conhecimento que, interpretando o mundo, cria uma concepção coerente e sistêmica que possibilita uma forma de ação efetiva. Essa forma de compreender o mundo tanto é condicionada pelo meio histórico, como também é seu condicionante. Ao mesmo tempo, pois, é uma interpretação do mundo e é uma força de ação." (LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1992. p. 22-23; 27-28).

10- "[...] a filosofia não é de modo algum, uma simples abstração da vida. Ela é, ao contrário, a própria manifestação da vida humana e a sua mais alta expressão. Por vezes, através de uma simples atividade prática, outras vezes no fundo de uma metafísica profunda e existencial, mas sempre dentro da atividade humana, física ou espiritual, há filosofia [...] A filosofia traduz o sentir, o pensar e o agir do homem. Evidentemente, ele não se alimenta da filosofia, mas, sem dúvida nenhuma, com a ajuda da filosofia. [...] A filosofia é a concretização de um espírito ou de uma ideia que surge como consequência das necessidades de uma época ou de uma classe, pela experimentação ou pela razão, no sentido de demonstrar a verdade desse conceito." (BASBAUM, Leôncio. Sociologia do Materialismo. p. 21; p. 315)

11- A filosofia procura o que é o ente enquanto é. A filosofia está a caminho do ser do ente, quer dizer, a caminho do ente sob o ponto de vista do ser. [...] A filosofia é uma espécie de competência capaz de perscrutar o ente, a saber, sob o ponto de vista do que ele é enquanto é ente. [...] O corresponder ao ser do ente é a filosofia. (Heidegger. Qu'est-ce que la Philosophie?).

12- "A expressão filosofia vem de uma associação dos termos gregos philia (amor, amizade) e sophia (sabedoria) e significa literalmente "amor pelo saber". [...] não é um conjunto de conhecimentos ou de doutrinas, mas uma atitude ou posicionamento perante a vida. [...] não é uma atividade puramente intelectual como se imagina costumeiramente, mas envolve também nossa capacidade de sentir, de nos emocionar, de sermos tomados por afetos." (FEITOSA, Charles. Explicando a Filosofia com arte. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. p. 12; p. 16).

13- "[é] uma forma de pensar conceitualmente o mundo e responder a problemas diversos de modo racional," (GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento. São Paulo: Scipione, 2014. p. 9)

Positivismo

Positivismo
In.: http://verbofilosofico.blogspot.com/search?q=filos%C3%B3fico


1- "Sistema filosófico fundado por Auguste Comte, na França do Século XIX. Para Comte, o pensamento humano passa pelos estágios teocrático (religião) e metafísico (filosofia) antes de alcançar a etapa positiva, que coincide com a emergência da ciência moderna, baseada na experimentação e no método científico." (LAPORTE, Ana Maria et al. Para Filosofar. São Paulo: Scipione, 1995. p. 306).

2- "Do ponto de vista epistemológico, é a posição filosófica segundo a qual só é válido o conhecimento proveniente da experiência sensível e, portanto, o conhecimento que adota o método da abordagem dos objetos." (SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia. 2. ed São Paulo: Cortez, 2007. p. 105)


3- "Filosofia de A. Comte (Século XIX), que considera o estado positivo o último e mais perfeito estado atingido pela humanidade. Valoriza a ciência como a forma mais adequada de conhecimento, donde deriva o cientificismo. (ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 1993. p. 239).

domingo, 21 de outubro de 2018

A Ciência e a Humanidade (Documentário)

In.: https://www.youtube.com/watch?v=s7i_1GN67jU&feature=youtu.be (21/10/2018)

As primeiras tentativas de explicar os fenômenos naturais passavam pelo sobrenatural.
A figura central: o curandeiro, xamã
O sistema impedia o questionamento. Toda explicação era sobrenatural.
Várias religiões pregavam o sacrifício humano como forma de aplacar a ira dos deuses.

Outra forma de pensar.
baseada no: funciona x não funciona (tentativa e erro).
Artesãos: não interessava a explicação do por quê das coisas, desde que funcionasse.
Batendo pedra contra pedra: produziam instrumentos cortantes que auxiliava na caça.
Manipulando o barro criavam utensílios para armazenamentos de grãos.
Desta prática podem ter surgido, inclusive, manifestações, como a Arte, a Música, a Dança).
Graças a esta forma de pensar dos artesões surgiram ferramentas que permitiram a construção das pirâmides, palácios e 

Já havia o pensamento religioso.
Já havia o pensamento prático.

700 a.c = surge os filósofos (acreditavam que nem tudo possuíam divino,  alguns fenômenos poderia ser explicado pela lógica)
Aristóteles (384 a.c 322 a.c): observando navios, percebeu que as velas aumentava de tamanho. Olhando o eclipse da lua e usando a lógica: concluiu a terra é redonda. Pais da anatomia comparada (dissecava animais. Dissecando golfinho possuía placenta...).

Hipócrates (460 a.c - 360 a.c): pai da medicina
Contestava que todas as doenças era um castigo divino. A doença não é um castigo!

Ao mesmo tempo em que florescia o pensamento dos filósofos surgia, na Grécia, um forte pensamento humanista. Expressado na poesia, no teatro e nas artes em geral. 

A herança da civilização Grega foi absorvida pelos Romanos, não apensas seu panteão de deuses, mas também vários aspectos de sua cultura. Até que no início do Século IV o cristianismo era uma religião bastante difundida em Roma.
Segunda a lenda o Imperador Constantino caiu enfermo, apresentava várias erupções na pele. Sua doença foi diagnosticada como sendo hanseníase, na época chamada de lepra.  Seus médicos pagãos aconselharam-no a banhar-se no sangue de 3.000 crianças para obter a cura. Aterrorizadas pela ameaça carnificina, as mães imploram piedade ao soberano. Então o Papa, Silvestre, aconselhou o Imperador a converte-se ao cristianismo, para que o divino o curasse. Conta-se que convertido a fé cristã, o imperador curou-se. A partir deste acontecimento, Constantino transformou o cristianismo em religião oficial do Império Romano. Daí em diante, outras formas de pensar que não a oficial passou a ser perseguida. E o divino passou a ser a única explicação para todos os fenômenos da natureza. 


Os Cavaleiros do Apocalipse espalhavam pela terra: 
- a fome; 
- a peste;
- a guerra, e;
- a morte.
Nessa época a Europa atravessou um dos períodos mais sombrio da história da humanidade. A era das Trevas. 
Guerras assolavam campos e cidades pelos mais diversos motivos, muitos deles religiosos. 
A fé condenava condenava o inimigo e Deus estava nos dois lados. Para defender sua fé, homens pegavam em armas, formavam exércitos e partiam para as batalhas sangrentas. 
Além das perdas em campos de batalhas, vitimas indiretas se multiplicavam pelo caminho da guerra. cidades e vilas eram saqueadas. Suas mulheres e crianças eram violentadas. Plantações eram abandonadas, pois os trabalhadores eram obrigados a se tornar soldados. Com o saque e a destruição dos campos, se tornava difícil conseguir alimentos. Muitos sucumbiam diante da fome. Os poucos que sobrevivam aos horrores da guerra e a fome, enfraquecidos, ainda teriam que enfrentar as doenças. Na verdade nunca deixou de haver uma epidemia no mundo.
Durante muito tempo, todas eram chamadas de peste. 
Pois ainda não se conhecia: nem a causa, nem os meios de transmissão.
As precárias condições de higiene em cidades imundas favoreciam o aparecimento destas doenças.
As constantes campanhas militares ajudaram a disseminar várias doenças. De forma assustadora a presença da morte era algo sempre constante.
O conceito de Hipócrate de que a causa da doença não era castigo divino, caiu em esquecimento. Somente a fé traria a cura. A autoflagelação, como forma de punir os pecados da alma, evitaria assim a punição divina. Era uma forma de salvar o espirito evitando o mal.
As plantações abandonadas pelos homens que foram convocados para a guerra, muitas vezes ficavam aos cuidados das mulheres e crianças. Aquelas que conseguiam sobreviver ao ataque dos saqueadores, enfrentavam o pesado trabalho braçal no campo, envelhecendo precocemente e perdendo sua capacidade de trabalho.
Algumas fugiam, então, para as florestas. Passando a ser Páreas. Catadoras de raízes e ervas. Muitas eram acusadas de causar doenças e praticar magias negras.. Eram chamadas de bruxas. 
A partir do Século XII esta perseguição se tornou oficial. Sendo denominada inquisição.

Francis Bacon: experimentação

1 século e meio: a velocidade máxima alançada pelo homem chegou a ...
1969 (século XX): o homem alcançou a Lua.

A evolução das Ciências exatas permitiu ao homem dos seus sonhos mais antigos, como:
- voar;
- navegar embaixo d´água;
- chegar até a lua;
- atenuar a fome, e;
- aumentar sua expectativa de vida.

Ciências humanas, baseado nos mesmos princípios dos experimentalistas
Século XVII pensadores iluministas. Supõe contribuir para a 
- Jhon Locke (1632-1704): defendia as liberdades individuais e a propriedade particular;
- Voltaire (1904 - 1778)  pregava a liberdade do pensamento e criticava a intolerância religiosa;
- Jean-Jacques Rousseau (1712-1778): que em O Contrato Social, defende o estado voltado para o bem comum e a vontade geral, 
- Diderot (1713-1784): buscava o conhecimento universal, como uma forma de libertar o homem.

Liberdade, Igualdade e Fraternidade, estes eram os princípios entoados pela multidão, que em 1789 tomou as ruas de Paris, durante a Revolução Francesa. Estes princípios eram inspirados diretamente nos ideias do iluminismo. A revolução lutou contra o absolutismo, porém, o povo não compreendia estes ideias, não sabia o que era o iluminismo, e era facilmente manipulado pelos líderes da época.

Antoine Lavoisier: 

 cientista, experimentalista. - Respiração: nada mais é que: a lenta combustão de matéria orgânica, utilizando oxigênio, e é inteiramente semelhante com o que ocorre com uma lamparia ou uma vela acessa;
- definiu a lei de conservação de massas: matéria não se cria e nem se destrói, se transforma.
Com seus experimentos: revolucionou a química.
Alguns de seus instrumentos de Trabalho: a balança de precisão e o calorímetro.

Marat: tramou a morte de Lavoisier, mas não pode assistí-la, pois morreu 01 anos antes.




https://www.youtube.com/watch?v=s7i_1GN67jU&feature=youtu.be

sexta-feira, 12 de outubro de 2018


Attico Chassot - "O Que é Ciência, afinal?"
https://www.youtube.com/watch?v=Sqmpk3i3R0I&feature=youtu.be

Alan Mathison Turing (Londres)
Matemático (inglês), Lógico.
Seus estudos decifraram os códigos de máquinas de guerra (2ª Guerra Mundial)

Pq não foi reconhecido e pq morreu tardiamente...


“Eu acho que nós, que estamos envolvidos em educação, estamos envolvidos com ciência, antes de mais nada e acima de tudo nós temos que lutar de todas as maneiras, contra todos os preconceitos. Seja preconceito a respeito da opção sexual, preconceito de raça, preconceito de cor, preconceito de pobre, rico e outras coisas mais.”

1º) ter na ciência um dos óculos para olhar o mundo;
2º) olhar a História da Ciência e vê-la como Coadjuvante da alfabetização científica;
3º) propor uma leitura ao avesso da leitura História da Ciência e apresentar uma nova proposta: das disciplina à indisciplina.
*Uma opção de ler o mundo.
*Ciência não trata do mundo sobrenatual. Não se preocupa das coisas da alma.

Olhando as nossas Caixas de Ferramentas
1ª) O que é ciência, afinal?
2ª) O que é tecnologia?
3ª) O que é alfabetização científica?

1ª) Ciência
"A ciência pode ser considerada como uma linguagem construída pelos homens e pelas mulheres para explicar o mundo natural.

Assim a Ciência não trata do mundo sobrenatural." (Alan F. Chalmers, 1993)
Finalidade: explicar o mundo natural.

2ª) Tecnologia
É o termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais, criados e utilizados a partir deste conhecimento.

3ª) Alfabetização Científica
É saber ler a linguagem da ciência.
Quem é alfabetizado cientificamente, consegue ler a linguagem da ciência.

A ciência não é o único óculo para nós olharmos o mundo.
Nós podemos olhar o mundo com vários óculos.                                                                         
Nós podemos olhar o mundo com os óculos:  da religião, dos mitos, dos saberes populares ou dos saberes primeiros, do senso comum, do pensamento mágico e da ciência também.


Attico Chassot - "O Que é Ciência, afinal?"
https://www.youtube.com/watch?v=Sqmpk3i3R0I&feature=youtu.be